Relacionamentos longos • Lelah no Programa Melhor da Tarde Band TV

Sexóloga sobre relacionamentos longos:
O sexo precisa ser alimentado

Dra Lelah Monteiro deu dicas valiosas de como manter a chama acesa dentro do casamento

Assista a participação da Dra. Lelah no Programa Melhor da Tarde com Catia Fonseca na Band TV – CLIQUE AQUI

Todo relacionamento tem seus altos e baixos, principalmente com o passar dos anos, quando aquela paixão avassaladora dá lugar à cumplicidade e carinho. Porém, alguns casamentos não passam das fases ruins e chegam ao fim por conta desses obstáculos.

Por conta disso, o Melhor da Tarde levou ao palco as sexólogas e terapeutas Ana Canosa e Lelah Monteiro para dar dicas de como lidar com as típicas dificuldades que qualquer casal pode ter. Ao lado de Catia, elas tiraram dúvidas da plateia e dos internautas, além de comentar como as mudanças nos padrões sociais afetaram as dinâmicas das casas.

Já nos bastidores, Ana Canosa explicou que, muitas vezes, é difícil manter a chama acessa na relação porque o casal simplesmente não elege o sexo como prioridade. “É preciso separar momentos para a intimidade dos dois, viajar sozinhos, sair de veze em quando. Além disso, é importante pensar que o sexo precisa ser alimentado. Não basta achar que ele vai sair de maneira espontânea, porque em um relacionamento amoroso ele acaba sendo sufocado pelo compromisso e afeto”, argumentou.

“O casal começa ser mais afetivo, ‘amorzinho’ e menos daquele jeito que sabemos (risos). Como é que você vai colocar desejo se você já conquistou o outro? Como que você vai colocar mistério em algo que é conhecido. Esse é o grande desafio. Precisa colocar o sexo como prioridade e tentar alimentar isso de diversas maneiras”, ponderou.

Entre uma das formas mais comuns de se sair da rotina, o ménage é uma das práticas que é automaticamente cogitada, muitas vezes pela parte masculina do relacionamento. No entanto, a terapeuta alerta para os riscos dessa experiência. “Tem que ter conversa, paciência, confiança, fazer acordos, não pode ser possessivo e os dois tem que estar a fim de fazer. Eu acho que é um limite muito tênue”, ressalta.

“Tem pessoas que abrem a relação e cada um vai ter seus relacionamentos extraconjugais fora de casa. Já outros são adeptos do poliamor, tem a questão do swing, ou seja, só posso transar com outro se você estiver lá comigo. Então, tem que ter uma conversa bem franca antes de propor a inclusão de um terceiro, independente do tipo de relacionamento”, afirmou.

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