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ÁUDIO • Lelah Monteiro desmistifica o uso do Motel para pessoas da terceira idade

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Ouça esta e diversas outras dúvidas de ouvintes no programa Manhã da Globo, na Rádio Globo SP com Dra. Lelah Monteiro Sexóloga e Psicanalista, toda terça e sexta às 11h.

Preferir se masturbar a transar é um problema? Especialistas respondem

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Masturbar-se é mais simples do que fazer sexo a dois. Para começar, não existe exigência de desempenho. Não é necessário ter uma ereção muito rígida, no caso do homem, nem mantê-la por muito tempo.
Veja mais: https://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/entretenimento/2017/03/19/preferir-se-masturbar-a-transar-e-um-problema-especialistas-respondem.htm

Masturbação Infantil e como os pais devem lidar

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Há controversas sobre a prática na vida adulta ser saudável

A masturbação é geralmente o primeiro contato que o ser humano tem com a sexualidade, segundo especialistas. As crianças começam a perceber que o menino e a menina são ainda mais diferentes do que pensavam e a curiosidade revela conhecimento sobre si e sobre o outro. De acordo com a médica ginecologista Barbara Alencar, o interesse em conhecer o corpo começa na puberdade que varia de 8 a 12 anos sem conotação sexual. No universo masculino ela é tratada como algo natural, mas no feminino é pouco falado.

Se o pai ou a mãe virem a criança se masturbando não devem se assustar e nem assustá-la ou brigar com ela. “Devem explicar em linguagem adequada que é importante se conhecer, mas que isso não deve ser feito em público, e manter um canal aberto de comunicação”, aconselha a ginecologista. Para a psicóloga Maria Regina de Oliveira a falta de tato e coragem em conversar sobre sexualidade com os filhos é prejudicial para o desenvolvimento dos mesmos, que acabam aprendendo coisas sobre o assunto em outras fontes – das quais nem sempre os pais concordam.

O desejo sexual é uma resposta hormonal e neuronal, pois os seres humanos são seres biopsicossociais e, portanto a necessidade do prazer faz parte da saúde biológica, psicológica e social. O prazer é como se fosse um sinal de aceitação e conexão, como afirma a psicanalista e sexóloga Lelah Monteiro. Para ela a masturbação é autoconhecimento, pois a pessoa descobre os próprios limites, do que gosta e do que não gosta.

Assim como a relação sexual, a masturbação libera substâncias de bem estar. De acordo com estudos, o prazer sexual libera o neurotransmissor dopamina, que ativa o sistema de recompensa no cérebro. Esse prazer dura poucos segundos e isso faz com que a pessoa busque novamente aquele prazer repetidamente. Barbara afirma que o sexo melhora a imunidade e qualidade de vida, e a masturbação pode fazer o mesmo em escalas menores. Para os adeptos, o maior benefício é o autoconhecimento e prazer. Segundo estes, o remorso que alguns sentem vem de tabus históricos da sociedade.

Maria Regina discorda de que a masturbação seja algo positivo, pois segundo ela muitas pessoas se tornam vítimas da auto-estimulação erótica compulsiva. “A masturbação vicia e todo o vicio traz prejuízos”, afirma. Maria declara que o prazer está onde o colocam. “Se está no sexo, a pessoa vai cada vez mais buscar novas experiências e nunca estará satisfeita”, diz. No entanto se o prazer do indivíduo for, por exemplo, estar em família, quanto mais buscar satisfazer este prazer, mais forte e satisfeito estará.

 

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