Auto estima,auto confiança,crenças…o que faz uma pessoa viver uma vida inteira num ambiente hostil?

Quero sua ajuda nos comentarios ao terminar de ler este texto,sim este é um texto interativo e estará completo após sua historia.

Todos os dias no consultório,na rádio,nos grupos de adolescentes e mulheres escuto por anos,sinais de violencia psicológica,física e até sexual.

Mas porque será que as pessoas permanecem vivendo em ambientes tão hostis?

Ah,caro leitor entendeu agora porque necessito dos seus comentários?

Sim,são homens e mulheres,maduras,jovens e muitas vezes desde crianças são subtraídas de necessidades básicas para o ser humano,estórias diferentes e que se misturaram na dor,na ausencia e creio até na suposta super proteção que limita.

Afinal,como se forma a tal auto-estima?

Desde que estamos no ventre materno,depois nas primeiras lições apreendidas,claro que temos um fator genetico com algumas predisposições mas o ambiente poderá nos ajudar a desabrochar ou fará que murchemos a cada dia.

Assim muitas pessoas passam a não se constituirem e ficam medrosas,necessitando sempre de aprovação,outras de controladas quando adultas passam a serem controladoras e neste dinamica diminuem seus pares,manipulando todos a sua volta.

Este é apenas um dos mecanismos psiquicos.E como sair da ciranda de paralisia e comodismo com o que é ruim,com medo de haver ambientes piores.

Já ouvi bastante esta fala:-pelo menos aqui,sei como será,depois passa.É só não responder…fazer de conta que esta tudo bem.

Aqui inicia o mapa da violencia moral,psicológica e com o tempo muitos casos evoluem para outras formas  de destruição.

Romper com o silencio,seja ele escrevendo neste blog,nas redes sociais,buscando ajuda nas associações,unindo se a outras pessoas que passam ou já passaram por esta dor.

Acuados somos fracos,perdemos a clareza,dando o primeiro passo para o auto conhecimento mudamos nossa história,conte comigo,conte conosco na internet somos milhares,no mundo real centenas,aqui sou a Lelah dando minha mão para voce:

Tenha coragem,saia do silencio,voce é capaz de voltar ao mercado de trabalho,recomeçar sua estória é possível todos os dias,sim é assim que fazemos todos os dias.

Dia após dia escolhemos viver,hoje eu escolho acolher a mim e a voce,conte me sua estória,da sua vizinha,da sua colega de trabalho e diga a elas que elas são insubstituiveis!

Quer juntar-se ao debate? 4 Comentários

  • M Cristina disse:

    Sou cientista é uma mulher com mais de 60 anos, desde os trinta e até recentemente cobrada puf não ter me casado e me tornado mãe. Veladamente dou taxada de incompetente, incompleta e outros adjetivos, como se o casamento fosse um meio de vida e a maternidade seu fim. Sinto que a sociedade me condena por não ter seguido o padrão. Isso é muito forte, é constrangedor

    • lelahmonteiro disse:

      Parabéns por ser quem é,necessitamos de mulheres como vc!
      Diariamente atendo pessoas em casamentos infelizes,mulheres que nunca quiseram ser mae,mas se tornaram,
      sinta-se feliz por tudo que conquistou!
      Infelizmente tudo que não é senso comum,se é cobrado,mas tudo isto esta mudando,conte comigo!

  • Cintia disse:

    Boa tarde…

    Excelente matéria, adorei.
    Me encaixei perfeitamente nesse contexto…
    Minha história é muito longa, triste 🙁
    Daria em livro…rs.
    Meu caso vem de família = infância = me acompanha adulta, tenho 38 anos.
    Graças a Deus não passei por violência psicológica nem fui agredida fisicamente, nem sexualmente. Mas levei tapas, beliscões, xingamentos, humilhações. Muita manipulação por parte de mãe. Logo, já perdi muitas coisas na Vida…e não sei se ainda é tempo de reconquistar. Muitos bloqueios, amorosos, financeiros, de merecimento, de passear, enfim, de viver a Vida!

    Gratidão pela matéria…

    Abraços, Cintia

    • lelahmonteiro disse:

      Gratidão tb por abrir seu coração,sempre há tempo de desbloquear e conseguir tudo o que deseja,creia em vc,no seu potencial,no seu merecimento,não permita que ninguém te manipule,estamos juntas nesta ciranda,linda Cintia!

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